Adagiário Brasileiro

Obra póstuma reconstituída pacientemente pelos filhos Moacir e Orlando Mota do escritor, professor, advogado, promotor de justiça, secretário de governo, tabelião, jornalista e historiador, Leonardo Mota (Leota, como gostava de ser chamado), a partir das anotações e rascunhos sobre ditos populares e regionais coletados em suas viagens pelo Brasil.

 

O Adagiário Brasileiro foi publicado em 1980 pela editora José Olympio e republicado em 1991 com edição do Banco do Nordeste do Brasil.
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Nos cafés da antiga Fortaleza, onde intelectuais e poetas se reuniam diariamente, uma figura se destacava nas rodas de conversas, contando histórias bem humoradas sobre o homem do sertão: o jornalista e folclorista Leonardo Mota.

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Orador de talento notável, Leota, como era conhecido, atraia sempre a atenção geral, divulgando por meio de sua memória admirável belos e divertidos versos do cancioneiro popular.
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No Café Riche, Maison Art Noveau e no Bar do Majestic, palcos tradicionais da sociedade cearense do início do século XX, ele brilhava na poesia. Um autêntico boêmio que legou ao Brasil importantes estudos sobre o folclore.
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Leonardo Ferreira da Mota nasceu em Pedra Branca (CE), em 10 de maio de 1891, e faleceu em Fortaleza (CE), em 2 de janeiro de 1948.
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Formou-se pela Faculdade de Direito do Ceará, em 1916. Foi escritor, professor, advogado, promotor de justiça, secretário de governo, jornalista e folclorista.


Colaborou na imprensa cearense e do Sul do país. Publicou livros com farto documentário sobre o sertão nordestino, principalmente com referência à literatura oral — poesia, anedotário e adagiário.

Abaixo, seguem os adágios colhidos por Leonardo Mota e publicados em "Adagiário Brasileiro".

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