AFINAL, QUEM O MERCADO QUER?

Panorama desta terça-feira, ante da divulgação da nova pesquisa Ibope marcada parta a noite.

O dólar estava no começo da tarde oscilando  com a expectativa da divulgação da nova pesquisa.  Às 11h10, a moeda americana estava sendo negociada a 4,1470 reais, alta de 0,528% em relação ao dia anterior. Na mínima, chegou ao valor de 4,127 reais.

Afinal, quem o mercado quer na Presidência da República?

Capta-se a frustração dos líderes do sistema financeiro e corpo empresarial que gira em torno do eixo Fiesp veio com a queda das intenções de votos de Geraldo Alckmin.

Cai a imagem o “Brasil organizado” em perspectiva, controlável em termos de uma política fiscal simpática ao mercado, assegurada pela vitória de Alckmin, que incorporaria Pérsio Arida e seus economistas do Plano Real.

Coim Bolsonaro e Haddad no segundo turno, esboroa-se a visão de um Brasil fácil de prever e controlar. Um Brasil de alta protagonização indidvidual não de um sistema.

Mais que Bolsonaro – que herda os votos que  fogem de Alckmin – Haddad causa  arrepios no mercado, tanto quanto Ciro.  Daí o nervosismo cambial e a interrupção dos investimentos estrangeiros no Brasil.

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