BATALHA FINAL DA HUMANIDADE SERÁ PELA ÁGUA E SERÁ NO BRASIL














De Sergio Garschagen, no Facebook;

“Adolf Hitler tinha planos para invadir o Brasil e transformar a Amazônia em fornecedora de matérias-primas para o III Reich, atendendo a política alemã de espaços vitais (Lebensraum). Não era à toa que submarinos tedescos eram vistos na costa brasileira. Mais detalhes no livro “Crônicas de uma Guerra Secreta”, do diplomata Sergio Correa da Costa.

Há alguns anos, assisti na UniEuro, em Brasília, a uma palestra do ex-comandante militar da Amazônia, general de Exército Augusto Heleno Pereira. Basicamente ele destacou dois pontos: 1) há reservas estratégicas de nióbio e outros minerais na Amazônia onde nem o Exército pode entrar sem prévia licença do Supremo. Mas há especialistas estrangeiros (geólogos) que entram travestidos de missionários, de ONGs internacionais e 2) estas reservas em geral são constituídas sob pressão de ONGs e organismos em áreas indígenas ricas de minérios. Estas nações indígenas podem ser desmembradas do Brasil, por determinação da ONU e transformadas em países. (Mais informação no google – teclar “Areas Indígenas podem ser nações” ).

Do Google: “O DEPUTADO DO DEM PAULO CÉSAR QUARTIERO CONSEGUIU APROVAR SUA PROPOSTA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA DISCUTIR A REVOGAÇÃO DO BRASIL À SUBSCRIÇÃO DA CONVENÇÃO 169, ASSINADA EM 2002 POR FHC DO PSDB E POSTERIORMENTE TRANSFORMADA EM LEI POR LULA EM 2003, QUE DESMEMBRA O TERRITÓRIO DA AMAZÔNIA EM 216 MICRO NAÇÕES INDÍGENAS.”

Esta legislação assinada por Lula dá poderes para tribos indígenas serem transformadas em Nações ou repúblicas independentes. O General Heleno que foi chefe militar na Amazônia foi destituído do cargo por Dilma Rousseff depois de denunciar o esquema que põe em risco a soberania nacional.”

Além do nióbio, grafeno, petróleo, gás e outras riquezas, a Amazônia tem uma outra riqueza ainda mais importante para a humanidade: água em abundância.

No futuro as nações da Terra vão se engalfinhar em guerras por este bem cada dia mais escasso: a água. 12% da água potável do mundo, em forma liquida, está em um único país: o Brasil. Já foi comprovado que petroleiros árabes e de outros países se abastecem de água na foz do rio Amazonas antes de retornar aos seus países. Aliás, o país com maior reserva de água doce do mundo ( pouco mais que o Brasil ) é o Canadá. O problema é que por lá grande parte da água é congelada. Assim, o mundo está de olho na Amazônia.

De acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai), as reservas ocupam 12,5% do território nacional e, segundo o general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, comandante militar da Amazônia, poucos pontos da fronteira não estão ligados a esses tipos de unidades, o que, para ele, gera “certo tipo de congelamento das áreas”.

Terras indígenas em região de fronteira também preocupam o general Luiz Eduardo Rocha Paiva. Para ele, as reservas passaram a constituir um problema para a soberania nacional depois que o Brasil ratificou, em 2007, a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, na Organização das Nações Unidas (ONU). O documento estabeleceu, entre outros princípios, que os índios têm direito ao autogoverno, à livre determinação política, a instituições políticas e sistemas jurídicos próprios, a pertencer a uma nação indígena, a vetar atividades militares em suas terras, e ainda a aceitar ou não medidas legislativas da União. Ações militares, legislativas ou administrativas do Estado em território indígena deverão ser previamente consentidas pelos índios.

“Se isso de fato acontecer, nós vamos atomizar a Federação, porque há mais terras indígenas do que estados da Federação. E lembro que, se há terra, se há povo considerado nação e se há instituições políticas e jurídicas próprias, isso é um Estado-Nação. Aí que está a ameaça”, avaliou.

Daí o cuidado com que Bolsonaro e equipe falam sobre o Triplo “A” ( Andes, Amazônia e Atlântico ) que basicamente é a área que congrega terras da Colômbia, Venezuela e Brasil e que fragiliza a nossa soberania na Amazônia. ao facilitar o desmembramento de terras indígenas em nações tuteladas pela ONU, principalmente em regiões fronteiriças, sob duas alegações básicas: os brasileiros não cuidam da floresta amazônica, essencial ao meio ambiente do mundo, e se não fossem as ONGs internacionais os indígenas seriam dizimados. Daí a decisão do novo governo em não mais demarcar terras indígenas e permitir a sua exploração futura.

É o “Brasil acima de tudo” em ação.’

PS – Sergio Garschagen é jornalista, e mora em São Paulo..

























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