CASO BEBIANNO SERÁ APENAS UM SOLUÇO AO LONGO DO PROCESSO

O episódio Bebianno é candidato a não mais passar de uma semana na mídia, ando lugar ao que de fato interessa ao País: galgar sua agenda desenvolvimentista – papel de Guedes – e livrar a nação dos corruptos  (função de Moro).

O caso será apenas um soluço na trajetória de Bolsonaro porque, ao contrário do outro caso Pedro Collor, não envolve assalto ao poder por um grupo.

Pouco tempo para recohinmento de evidências de qualquer crime de responsabilidade que possa ensejar um pedido de impeachment pelas  oposição.

O atual governo conta penas 47 dias,  dos quais o presidente passou 15 fora, internado em hospital.

Com 57.797.847 votos recebidos, 55,13% do total, Bolsonaro é o presidente legítimo que dispõe de um crédito ainda intocado.

A máquina do governo foi reduzida para 22 os ministérios, e já erigiu suas duas primeiras vigas centrais: um plano anticrime a ser enviado ao Congresso na próxima terça-feira, e a definição da reforma da Previdência.

Todos os ajustes que precisam ser feitos pelo governo são de natureza comportamental e humana, não de estrutura orgânica. O ministro Paulo Guedes salientou outro dia: “Eu nunca o Bolsonaro recuar numa só promessa que fez na campanha”.

Ele governa para quem o elegeu, não para os circunstantes opinativos.

Pode fazer as correções necessárias, como substituir ministros sob  a sua ótica desavindos,  como Gustavo Bebianno. É  melhor que o faça antes dos 100 dias serem completados.

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