COBRANÇAS X QUALIDADE – A ARTE DO BOM GESTOR

Por LUCINEIDE CRUZ


Alguns gestores costumam dar “broncas” coletivas, quando isto ocorre normalmente quem fez “tudo certo” fica chateado, pois sente que seu esforço e trabalho não é reconhecido.

Gestor que age assim, dificilmente conhece de fato sua equipe e raramente consegue distinguir o “joio do trigo”, o que leva por vezes, promover a pessoa errada.

Ter metas claras, padrão de qualidade estabelecido, também favorece que o desempenho da equipe atinja o nível desejado, pois ciente do que é esperado e da forma como deve ser entregue o serviço ou o produto há mais chances disto de fato ocorrer, desde que as metas e o padrão desejado seja atingível.

Se um gestor colocar, por exemplo, que a meta de uma equipe é produzir X + 100 produtos quando é possível, com os equipamentos e pessoas disponíveis, produzir X, ele estará direcionando a equipe a uma sobrecarga, desmotivação, e a grandes chances de erros, pois com o desejo de atingir a meta, principalmente se houver bônus envolvidos, ou seja, se ganharem dinheiro ao conseguir produzir X+100, a tendência será fazer de forma até mesmo atrapalhada ou errada para chegar ao objetivo.

Qualidade e quantidade dificilmente caminham juntas. É preciso conhecer o potencial produtivo de uma equipe, colocar para produzir X – 50 também é desconhecer e desperdiçar talentos.

Enquanto qualidade e quantidade dificilmente fazem boa parceria, integração e colaboração formam um “belo casal”. Quando há integração em uma equipe, a comunicação tende a fluir, pois as pessoas sentem liberdade de conversar umas com as outras, bem como de pedir e oferecer ajuda.


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