EFEITO BOLSONARO-GUEDES-LEVY-ILAN-CAMPOS LEVA EUFORIA AO MERCADO

Impulsionada pelos bons ventos da política econômica a Bovespa bateu hoje novo recorde histórico e aproxima-se dos inéditos 100 mil pontos num só dia pela primeira vez em sua história.

Tudo se deve a componentes externos mas o principal ao são os indícios de uma próxima Reforma da Previdência  a partir dos movimentos pessoais do presidente Jair Bolsonaro para viabilizar a proposta ao Congresso Nacional,e para torná-la mais palatável à sua aprovação.

O mercado financeiro também reagiu satisfatoriamente às declarações dos presidentes  dos três bancos púbicos em suas posses, sobretudo as do presidente do BNDES, Joaquim Levy, sobre a inflexão da política de investimentos do banco agora parta privilegiar empresas médias.

A linha de trabalho do Banco Central com o anda presidente Ilan Goldfajn, que será mantida por seu sucessor Roberto Campos Neto, foi outra alavancagem do ânimo do mercado, fortalecendo a confiança dos agentes econômicos e financeiros.

A Bovespa fechou hoje acima de 93 mil pontos, renovando recorde O Ibovespa subiu 1,72%, aos 93.613 pontos; em 2019, o índice já subiu mais de 6%. O principal indicador da bolsa brasileira, a B3, fechou em alta nesta quarta-feira (9), passando dos 93 mil pontos pela primeira vez. O movimento foi influenciado pelo exterior, pelo bom desempenho dos papéis da Vale e Petrobras e por sinais de avanço em proposta de reforma da Previdência.

Segundo o G1, as notícias do exterior influenciam positivamente, em meio a expectativas de que Estados Unidos e China anunciem algum avanço nas negociações comerciais. Investidores também repercutem a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), que apontou que pode “ser paciente” com futuras altas dos juros no país.

No dia anterior, o Ibovespa fechou em alta de 0,36%, na pontuação recorde de 92.031 pontos.

Ainda segundo o G1, de acordo com o analista Jasper Lawler, chefe de pesquisa no London Capital Group, o mercado entendeu a extensão das negociações entre Estados Unidos e China para um terceiro dia como sinal de progresso nas discussões, respaldado por comentários favoráveis de ambas as partes.

“É provável que um acordo ainda esteja longe, com muitas reviravoltas ainda a serem superadas ao longo do caminho. No entanto, a extensão é um passo na direção certa, enviando um sinal de que os dois lados estão em negociações sérias e estão trabalhando duro para resolver os problemas”, disse à Reuters.

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