GUEDES AINDA NÃO DEU SEU GRANDE RECADO

O mercado não está frustrado com a direção econômica do País, mas esperava bem mais do ministro Paulo Guedes que conceitos teóricos e promessas declaratórias.

A Reforma da Previdência, de fato, foi extirpada duplamente, tanto da fala presidencial em Davos quanto na exposição do ministro Onyz Lorenzoni sobre as 37 metas dos 100 primeiros dias de governo.

Sinal de que o governo está com um pé atras em relação ao Congresso Nacional. O mercado, entretanto,  não vive com pé atrás, mas na frente dos acontecimentos..

Começa a perceber que Guedes lida com as mesmas variáveis de seus antecessores que tentaram o mesmo mas esbarrara, na  resistência dos  parlamentares em aprovar uma reforma impopular.

Guedes deve rapidamente lançar outras cartas na mesa para compensar as indefinições com a Reforma da Previdência, que o próprio governo – diga-se, Palácio do Plamalto – reluta em fechar.

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