HADDAD CHEGA A 8% NO IBOPE, BOLSONARO LIDERA MAS AINDA PADECE DE REJEIÇÃO

Na primeira pesquisa realizada pelo Ibope depois do ataque a faca contra Jair Bolsonaro, o candidato do PSL subiu quatro pontos percentuais e agora tem 26% das intenções de voto. Os números mostram um empate técnico entre quatro candidatos na segunda posição: Ciro Gomes (PDT), com 11%, Marina Silva (Rede), com 9%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 9%, e Fernando Haddad (PT), com 8%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O resultado é mais ou menos coincidente com os demais institutos e bancos, cujos analistas extraem como fatos políticos mais importantes:

1. A estratificação de Bolsonaro, com um eleitorado cativo e fiel (índice de 75% de imutabilidade). Mas o Datafolla captou a rejeição mais alta entre os candidatos.

2. A ascensão de Ciro para uma segunda opção de segundo turno.

3. O despertar da montanha de Haddad (mas a XP Investimentos captou uma alta rejeição em São Paulo).

4. A rápida e intensa perda de aprovação de Marina Silva.

5. A migração do voto evangélico de Marina para Bolsonaro, principalmente ele.

6. A lenta e imperceptível evolução de Alckmin.

7. Somente captada pela XP: a subida da perfomance de Amoêdo.

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