MORRE JORNALISTA AMERICANO QUE FOI SOPRO DE VIDA PARA PACIENTES DE DIÁLISE

Bill Peckham, jornalista-simbolo da divulgação da hemodiálise humanizada, morreu nos Estados Unidos. Toda a comunidade envolvida no Estados Unidos e no mundo com os avanços da hemodiálise- tratamento de pacientes renais – tinham nele o arauto das boas noticias, e o sopro de uma vida laborativa e normal que todo paciente de diálise pode ter.

Peckham morreu aos 55 anos em Seatlte sem ver concluídos muitos de seus projetos, mas o que fez, escreveu e influenciou no seu site, o Kindley Week, que atualizava enquanto se submetia aos procedimentos terapêuticos, ficarão consagrados como notável contribuição.

Tornou-se não só um jornalista de site – leitura obrigatória no universo da nefrologia – mas também conferencista e influenciador de toda a comunidade de pacientes, médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, clínicas e hospitais, e indústria de equipamentos de diálise.

Sua obsessão era provar que o tratamento da diálise podia ser humanizado e permitir uma vida normal aos pacientes. E o conseguiu

Esportista que adorava as atividades no mar e aos testes m,ais radicais, submeteu-se como pioneiro em tratamentos inovadoras de dialise e o fazia pilotando seu barco. A vida para ele não era um sopro – era um tufão.

No Brasil, vinha mantendo correspondência frequente com os médicos da Clinica CBN@D, de Brasília, uma vez que admirava o seu arrojo na introdução de um novo procedimento – a diálise diária -que vem conquistando a comunidade médico-nefrológico internacional, pelos resultados excepcionais de sobrevida de pacientes, além de garantir conforto e humanização.

O diretor-administrativo da CBN@D, Istenio Pascoal, tornou-se seu correspondente e amigo pessoal, travou o último contato com Bill em 29 de outubro último. Já se encontrava debilitado. Um de seus projetos era vir a Brasilia conhecer as clinicas  CBN@D.

Fez como jornalista o que o paciente lhe pediu: escrever e informar de sua extrema gratidão à vida.

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