“PAULISTÉRIO” ACABA AGORA CHEGA O “CARIOQUÉRIO”

A quantidade de economistas e técnicos do Rio com que o ministro Paulo Guedes levou para sua área,  e dos militares egressos de comandos situados em terras fluminenses, determinou o fim do “paulistério”.

Era a predominância nos últimos governos dos ministros, economistas e técnicos de São Paulo, egressos de suas melhores escolas de economia como USP e Unicamp, das consultorias privadas e bancos.

Esse fenômeno vinha desde o governo FHC, passando por Lula, Dilma e Temer.

Agira chega o “carioquério” com suas fontes  FGV, PUC e bancos como BTG Pactual, Bozano Simonsen – ambos o berço de Paulo Guedes – e outros.

Por sinal, o  banqueiro carioca André Esteves – recém-introduzido no seio das melhores famílias do sistema financeiro após cumprir longo período na prisão – figurava  nas primeiras filas da transmissão de posse de Guedes, seu ex-associado.

Para coroar o fim do “paulistério” Bolsonaro determinou que o badalado escritório de representação da Presidência da República em São Paulo seja desativado e seu acervo transferido para o Rio de Janeiro.

1 visualização