PAULO TIMM: DISCORDO DA REFORMA, MAS RESPEITO

Discordo, mas respeito.

Respeito, aliás, que os defensores da REFORMA PREVIDENCIÁRIA não têm ao impedir um DIÁLOGO ABERTO, com amplo apoio da Mídia e órgãos governamentais entre todas as opiniões sobre importante assim.

Preferem, claro, pagar , agora, uma fortuna em PUBLICIDADE nas grandes redes para convencer a opinião pública da propriedade de sua proposta.

Nem discuto se é BOA ou RUIM. Discuto os fundamentos, primeiro da obtenção do mínimo de consenso sobre matéria ampla, espinhosa e controvertida, através do diálogo.

Segundo, dos fundamentos mesmo das razões que justificariam uma “NOVA PREVIDÊNCIA”.

Terceiro, das metodologias que orientam a dita proposta, com base em algumas premissas falsas:

1. Envelhecimento como problema e custo aos trabalhadores produtivos, sem imputar o incremento de produtividade e renda que as gerações anteriores incorporaram à economia;

2. Uso inadequado de medida como média aritmética como base de Politica Publica no BRASIL, equiparando-a a medidas internacionais, o que é incorreto dada a extrema particularidade do BRASIL como herdeiro de 350 anos de escravidão negra e uma das mais desiguais sociedades do mundo:

3. Manutenção da confusão entre PREVIDÊNCIA, que é um direito de trabalhadores produtivos, com ASSISTÊNCIA SOCIAL que é um direito social de segmentos vulneráveis da população, de responsabilidade do CONCEITO MAIOR DE SEGURIDADE SOCIAL para a qual concorrem, por isso mesmo.,recursos orçamentários correntes.

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