PESQUISA MOSTRA 40% DE APROVAÇÃO DE BOLSONARO ENTRE ÓTIMO E BOM

Uma nova pesquisa XP/Ipespe mostra que, com pouco mais de um mês de mandato, o presidente Jair Bolsonaro mantém a avaliação positiva de 40% da população. Os que consideram o governo ruim ou péssimo são 17% (ante 20% em janeiro), e outros 32% dizem que a administração é regular (eram 29% no último mês).

A expectativa para o restante do governo se mantém mais otimista: são 60% os que têm expectativa positiva e 15% os que esperam um mandato ruim ou péssimo.

As entrevistas foram realizadas do dia 11 ao dia 13 de fevereiro, antes, portanto, de a crise envolvendo o financiamento de candidaturas do PSL ter atingido o núcleo duro do Palácio do Planalto. O noticiário se concentrava, à época, em desdobramentos do caso relacionado a Flávio Bolsonaro e as movimentações atípicas relatadas pelo Coaf.

Sobre esse segundo episódio, 65% dizem ter tomado conhecimento do caso sem alterar a avaliação que faziam do presidente. Outros 16% dizem que mudaram sua opinião depois de se inteirar dos acontecimentos. Em outra pergunta sobre o mesmo tema, 54% dizem que o caso produzirá efeitos no funcionamento do governo, enquanto 41% dizem que isso não afetará nada.

Os resultados mostram, também, uma queda no percentual da população que espera que a prática da corrupção será reduzida nos próximos seis meses: são 44% agora, dez pontos percentuais a menos que em janeiro. No mesmo sentido, saltaram de 16% para 26% os que esperam um aumento na corrupção nos próximos meses.

PREVIDÊNCIA

A pesquisa mostra a população dividida sobre a possibilidade de igualdade na idade mínima para a aposentadoria de homens e mulheres, com ligeira vantagem em favor do estabelecimento de idades iguais para os dois gêneros. São 53% os que defendem essa tese, contra 44% que preferem idade maior para a aposentadoria das homens.

A crença na necessidade de aprovação da reforma continua dominante na população, embora em percentual menor do que no mês passado: hoje, 64% consideram a reforma necessária (eram 71% em janeiro), enquanto 29% dizem não ver necessidade de alterações no sistema de aposentadorias.

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