TEMER, UM DIA DE DECISÕES EXTREMAS PARA SOBREVIVER ATÉ JANEIRO

O presidente Michel Temer hoje decidiu passar à História lembrado como aquele que recusou o populismo no cenário econômico e a teimosia no campo político ao definir-se por dois caminhos que reduzem seu espaço de poder: (1) não concordou com a mudança da diretriz da Petrobras para se recuperar da sevícia sofrida com o controle artificial dos preços dos combustíveis no último governo; (2) abdicou da farsa de concorrer à reeleição com a menor popularidade já alcançada por um ocupante do Palácio do Planalto, apenas para manter as aparências de que está no comando de sua base no Congresso e com força para montar acordos eleitorais.

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